Vipcomm - Jefferson Bernardes
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
jogo Inter x Atlético Paranense
Renato gaúcho é o novo treinador do Atlético - Mas como é o primeiro jogo dele como técnico resolveu ficar no Rio de Janeiro.
Ficou com medo de jogar contra o INTER !!!
sábado, 9 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Fala, torcedor
Acredito que vamos ganhar títulos com Falcão no comando. Pela história do Falcão no Inter e pelo conhecimento que tem, tudo vai melhorar. Falcão transmite confiança e credibilidade.
Paulo Palma
Porto Alegre - RS
FALCÃO: O ELO QUE FALTAVA
A torcida convocou, a direção atendeu, e Paulo Roberto Falcão, um dos gigantes da centenária história colorada, está de volta. Seu retorno ao Internacional, após quase vinte anos de ausência, representa, mais do que a certeza de um profissional de reconhecida capacidade, o resgate de um sólido elo de identificação entre a torcida e o clube, fator fundamental para fazer o Inter seguir no caminho dos grandes títulos.
O jogo desta terça-feira (19) contra o Emelec, pela Libertadores da América, é o primeiro grande desafi o de Falcão. São noventa minutos em que a passagem para a próxima fase da competição depende de, ao menos, um ponto conquistado. É claro que a torcida quer uma vitória de lavar a alma, construída com um futebol moderno, mas em menos de uma semana, Falcão certamente ainda não terá conseguido achar o esquema ideal de jogo. Contudo, de uma coisa os torcedores podem ter a certeza: verão em campo um time com espírito renovado, mais aguerrido, super motivado em busca das vitórias - o que será suficiente para carimbar o passaporte à fase de mata-mata e, quem sabe, garantir o primeiro lugar no grupo.
Falcão não deixou uma vida confortável no jornalismo esportivo por acaso: ele é movido a desafi os. E o grande desafio de sua vida neste momento se chama Sport Club Internacional. Sua forte identifi cação com o clube é seu aliado de peso na difícil tarefa de levar o Inter novamente ao patamar que obteve nos últimos anos, em que recheou a sala de troféus e a alma dos colorados com todos os títulos que um clube de futebol no Brasil poderia cobiçar. E a exigência da torcida é muito maior do que há duas décadas, por óbvia razão. Todos aqueles que uma vez experimentaram o doce sabor da vitória, dela não querem mais se separar. Falcão sabe que nele estão depositadas as principais fi chas para que o caminho dos grandes triunfos se abra novamente ao clube. E é dele a tarefa, como Falcão que é, de reconduzir o clube aos voos mais altos de sua história.
Contudo, parafrase-ando um velho ditado popular, é importante saber que, assim como uma andorinha só não faz verão, um falcão só não faz títulos. A torcida terá papel decisivo nessa caminhada. É preciso paciência, compreensão e, sobretudo, muito incentivo das arquibancadas. A grande força do Inter, e que tende a se tornar ainda maior após a chegada do grande ídolo, é este elo inquebrantável entre dirigentes, jogadores, comissão técnica, e torcida. Com esta energia concentrada em busca dos mesmos objetivos, meio caminho já estará pavimentado para que o Inter continue por muito tempo no olimpo do futebol brasileiro e mundial.
Falcão não deixou uma vida confortável no jornalismo esportivo por acaso: ele é movido a desafi os. E o grande desafio de sua vida neste momento se chama Sport Club Internacional. Sua forte identifi cação com o clube é seu aliado de peso na difícil tarefa de levar o Inter novamente ao patamar que obteve nos últimos anos, em que recheou a sala de troféus e a alma dos colorados com todos os títulos que um clube de futebol no Brasil poderia cobiçar. E a exigência da torcida é muito maior do que há duas décadas, por óbvia razão. Todos aqueles que uma vez experimentaram o doce sabor da vitória, dela não querem mais se separar. Falcão sabe que nele estão depositadas as principais fi chas para que o caminho dos grandes triunfos se abra novamente ao clube. E é dele a tarefa, como Falcão que é, de reconduzir o clube aos voos mais altos de sua história.
Contudo, parafrase-ando um velho ditado popular, é importante saber que, assim como uma andorinha só não faz verão, um falcão só não faz títulos. A torcida terá papel decisivo nessa caminhada. É preciso paciência, compreensão e, sobretudo, muito incentivo das arquibancadas. A grande força do Inter, e que tende a se tornar ainda maior após a chegada do grande ídolo, é este elo inquebrantável entre dirigentes, jogadores, comissão técnica, e torcida. Com esta energia concentrada em busca dos mesmos objetivos, meio caminho já estará pavimentado para que o Inter continue por muito tempo no olimpo do futebol brasileiro e mundial.
CONSULADOS
São Gabriel
http://www.inter-saogabriel.com.br/
Novo Hamburgo
O Consulado de Novo Hamburgo promove uma grande Festa Colorada, dia 6 de maio, com show da Banda Ataque Colorado, presença de dirigentes, ex-jogadores e das taças da Libertadores e do Mundial. O evento será realizado na Sociedade Ginástica de Hamburgo Velho, às 20h. Os ingressos podem ser adquiridos ao custo de R$ 35,00 – informações:
consulado@consuladocoloradonh.com.br
O Consulado de São Gabriel, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, realizou uma grande festa para celebrar os 102 anos do Internacional. Com um delicioso jantar, os colorados festejaram o clube do coração. A festa foi realizada na quarta-feira (6), no restaurante Panorama Grill. Na oportunidade, foi lançada a Força Feminina Colorada Gabrielense (FFCG), que reunirá mulheres coloradas com o objetivo de promover ações sociais, divulgar o nome do Inter em São Gabriel e conquistar novos sócios. A presidente da FFCG é Tatiane Santos e a vice-presidente é Tatiane Pozzebon.
http://www.inter-saogabriel.com.br/
Novo Hamburgo
O Consulado de Novo Hamburgo promove uma grande Festa Colorada, dia 6 de maio, com show da Banda Ataque Colorado, presença de dirigentes, ex-jogadores e das taças da Libertadores e do Mundial. O evento será realizado na Sociedade Ginástica de Hamburgo Velho, às 20h. Os ingressos podem ser adquiridos ao custo de R$ 35,00 – informações:
consulado@consuladocoloradonh.com.br
ILUSTRE Torcedor
Jornalista Vicente Romano
1 – Desde quando você acompanha os jogos do Inter?
Praticamente desde que nasci, meu pai, Estevam Romano, foi colunista esportivo e lá em casa escutávamos
os jogos e os noticiários de futebol que ele participava. Depois meu irmão mais velho, Roberto Romano Neto, e eu passamos a frequentar os jogos do Inter. No Eucaliptos, no Olímpico (o Internacional disputou o torneio Roberto Gomes Predrosa no estádio) e depois no Beira-Rio. O Roberto Gomes Predrosa, disputado entre 1967 e 1968, é um torneio que depois veio a se tornar o campeonato nacional. A partir da inauguração do Gigante, assisto a quase todos os jogos em Porto Alegre e alguns “fora de casa”. Hoje meu parceiro para os jogos é meu fi lho, Rodrigo, e raramente deixamos de frequentar o estádio. Gosto de dizer que devo estar chegando à marca de 800 jogos em estádio.
2 – Você infl uenciou seu fi lho a ser colorado?
Totalmente, não por imposição, mas pelo cotidiano de acompanhamento. Ensinei a ele que o Sport Club Internacional é um clube sem, na sua história, a mácula do preconceito. Falei também que torcer pelo Inter é ser da paz, sem preconceitos e com alegria. Essa é minha contribuição, o resto ele aprendeu assistindo ao espetáculo da torcida vermelha.
3 - Qual a maior alegria que o time já te proporcionou?
Acho que não tem uma alegria. Há vários momentos de vitória e de conquistas que me deixaram extremamente feliz. O título mundial (em 2006), conquistas das duas Libertadores. Porém, para a minha geração, o tricampeonato brasileiro (75, 76, 79) foi de uma satisfação imensa. Naquela época, ser campeão brasileiro era o máximo que se podia imaginar, até porque, os melhores jogadores brasileiros jogavam em clubes nacionais. O Fluminense, do Rio, por exemplo, tinha em seu time Rivelino, Paulo César Caju. No Cruzeiro, de Minas, jogavam Palinha, Nelinho, Dirceu Lopes, Raul, Piazza.
4 – Qual jogo se tornou inesquecível pela dificuldade?
Inter 1 x 0 Barcelona – Final do mundial, no Japão. Além da difi culdade, a grandeza do jogo. Outros jogos inesquecíveis é Inter 2 x 0 Fluminense. Semi-fi nal do campeonato nacional de 1975; e Inter 1 x 0 Cruzeiro, fi nal do campeonato de 75.
5 – Quais tuas expectativas em relação à Libertadores 2011?
Totais, agora com Falcão no comando da equipe, o Inter terá sistema de jogo para um grupo que tem excelentes jogadores como D’Alessandro, Bollati, Kléber, Sóbis, Cavenaghi, e os jovens Oscar e Damião.
6 – Como tu vês o Internacional daqui cinco anos?
Se a atual e as futuras direções do clube entenderem a dimensão que o Inter tem hoje, com mais de 100 mil sócios, e investirem no futebol preservando as fi nanças e, ainda, conservarem a gestão moderna, acredito que continuaremos com o maior clube das Américas, também por toda a década.
7 – Qual a memória mais antiga que tens do Beira-Rio?
A inauguração, o primeiro gol, marcado por Claudiomiro nos 2 x 1 contra o Benfica.
8 – Quais os teus oito jogadores favoritos da história do Inter?
É claro que tem muito mais que oito. Mas vamos lá: Bráulio, Claudiomiro, Figueroa, Falcão, Rubem Paz, Gamarra, Fernandão e Iarley.
1 – Desde quando você acompanha os jogos do Inter?
Praticamente desde que nasci, meu pai, Estevam Romano, foi colunista esportivo e lá em casa escutávamos
os jogos e os noticiários de futebol que ele participava. Depois meu irmão mais velho, Roberto Romano Neto, e eu passamos a frequentar os jogos do Inter. No Eucaliptos, no Olímpico (o Internacional disputou o torneio Roberto Gomes Predrosa no estádio) e depois no Beira-Rio. O Roberto Gomes Predrosa, disputado entre 1967 e 1968, é um torneio que depois veio a se tornar o campeonato nacional. A partir da inauguração do Gigante, assisto a quase todos os jogos em Porto Alegre e alguns “fora de casa”. Hoje meu parceiro para os jogos é meu fi lho, Rodrigo, e raramente deixamos de frequentar o estádio. Gosto de dizer que devo estar chegando à marca de 800 jogos em estádio.
2 – Você infl uenciou seu fi lho a ser colorado?
Totalmente, não por imposição, mas pelo cotidiano de acompanhamento. Ensinei a ele que o Sport Club Internacional é um clube sem, na sua história, a mácula do preconceito. Falei também que torcer pelo Inter é ser da paz, sem preconceitos e com alegria. Essa é minha contribuição, o resto ele aprendeu assistindo ao espetáculo da torcida vermelha.
3 - Qual a maior alegria que o time já te proporcionou?
Acho que não tem uma alegria. Há vários momentos de vitória e de conquistas que me deixaram extremamente feliz. O título mundial (em 2006), conquistas das duas Libertadores. Porém, para a minha geração, o tricampeonato brasileiro (75, 76, 79) foi de uma satisfação imensa. Naquela época, ser campeão brasileiro era o máximo que se podia imaginar, até porque, os melhores jogadores brasileiros jogavam em clubes nacionais. O Fluminense, do Rio, por exemplo, tinha em seu time Rivelino, Paulo César Caju. No Cruzeiro, de Minas, jogavam Palinha, Nelinho, Dirceu Lopes, Raul, Piazza.
4 – Qual jogo se tornou inesquecível pela dificuldade?
Inter 1 x 0 Barcelona – Final do mundial, no Japão. Além da difi culdade, a grandeza do jogo. Outros jogos inesquecíveis é Inter 2 x 0 Fluminense. Semi-fi nal do campeonato nacional de 1975; e Inter 1 x 0 Cruzeiro, fi nal do campeonato de 75.
5 – Quais tuas expectativas em relação à Libertadores 2011?
Totais, agora com Falcão no comando da equipe, o Inter terá sistema de jogo para um grupo que tem excelentes jogadores como D’Alessandro, Bollati, Kléber, Sóbis, Cavenaghi, e os jovens Oscar e Damião.
6 – Como tu vês o Internacional daqui cinco anos?
Se a atual e as futuras direções do clube entenderem a dimensão que o Inter tem hoje, com mais de 100 mil sócios, e investirem no futebol preservando as fi nanças e, ainda, conservarem a gestão moderna, acredito que continuaremos com o maior clube das Américas, também por toda a década.
7 – Qual a memória mais antiga que tens do Beira-Rio?
A inauguração, o primeiro gol, marcado por Claudiomiro nos 2 x 1 contra o Benfica.
8 – Quais os teus oito jogadores favoritos da história do Inter?
É claro que tem muito mais que oito. Mas vamos lá: Bráulio, Claudiomiro, Figueroa, Falcão, Rubem Paz, Gamarra, Fernandão e Iarley.
Sessão de cinema para 27.022 espectadores no Beira-Rio entra para o Guinness Book
A exibição de “Absoluto - Internacional, Bicampeão da América”, filme da G7 Cinema, de Gustavo Ioschpe, quebra recorde mundial na categoria de maior público pagante em uma única sessão A apresentação do fi lme brasileiro “Absoluto - Internacional, Bicampeão da América”, produzido pela G7 Cinema, para 27.022 espectadores acaba de receber a certifi cação do Guinness World Records. Exibido no estádio Beira-Rio, em 7 de dezembro de 2010, a projeção conquistou o recorde de maior
público em sessão de cinema - Largest Attendance at a Film Screening.
público em sessão de cinema - Largest Attendance at a Film Screening.
A exibição do fi lme brasileiro desbancou o antigo recorde do americano Brewster Mcloud, produção dirigida por Robert Altman, que por quarenta anos fi gurou na primeira colocação com 23.930 pessoas pagantes presentes.
“Essa conquista é representativa não só para os envolvidos no projeto, mas também para o cinema brasileiro, que pela primeira vez quebra um recorde mundial. A Embaixada brasileira na Inglaterra, assim como o consulado do país no Brasil, contribuíram com os tramites da certifi cação junto ao staff do Guinness, em Londres, e fazem parte dessa conquista”, explica Gustavo Ioschpe, presidente da holding G7 Investimentos, que por meio da G7 Cinemas, produziu o fi lme.
Com direção de Vicente Moreno e roteiro de Luís Augusto Fischer, o filme teve a participação de torcedores do clube gaúcho Internacional, que contaram histórias por meio do endereço http://www.filmeabsoluto.com.br/. “Absoluto - Internacional, Bicampeão da América”, é o quinto fi lme sobre o Internacional, e o nono sobre clubes brasileiros, produzido pela G7 Cinema, a única produtora de cinema do mundo a levar fi lmes sobre times de futebol para o circuito comercial de cinema, alem de exibir em redes de tv do Brasil e do exterior.
Para preencher todos os requisitos da quebra de recorde, o fi lme precisou enviar, entre outras provas, fotos da sessão, vídeos, borderô comprovando o numero de presentes, carta assinada de jornalistas da cidade, de membros do clube, entre outros detalhes. “A torcida do Inter atendeu a nossa convocação e participou em massa desse evento histórico. Essa é mais uma conquista do Internacional e da sua torcida”, celebra
Jorge Avancini, diretor de marketing do clube.
Sinopse
“Absoluto - Internacional, Bicampeão da América”, é um documentário longa-metragem que conta a trajetória do Celeiro de Ases na Libertadores de 2010, contando as façanhas dos verdadeiros libertadores da América: General Bolívar e seu exército vermelho. Filme oficial do Internacional, conta com os melhores e mais angustiantes momentos das partidas no torneio, imagens inéditas de bastidores e os depoimentos daqueles que fi zeram essa história, dentro de campo e nas arquibancadas.
da América se tornou campeão do mundo FIFA e campeão de tudo. Nas mentes de alguns céticos e na esperança de tantos rivais, havia a dúvida: será esse momento mágico a exceção, o ponto fora da curva? Levaremos mais décadas para voltar a experimentar o sabor mágico de conquistar o continente e partir para a nova conquista do mundo? Se 2006 gerou questionamentos, 2010 os respondeu. Se 2006 foi um lançamento, 2010 é o gol. Se em 2006 o Colorado virou Internacional, em 2010 tornou-se Absoluto.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
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