A torcida convocou, a direção atendeu, e Paulo Roberto Falcão, um dos gigantes da centenária história colorada, está de volta. Seu retorno ao Internacional, após quase vinte anos de ausência, representa, mais do que a certeza de um profissional de reconhecida capacidade, o resgate de um sólido elo de identificação entre a torcida e o clube, fator fundamental para fazer o Inter seguir no caminho dos grandes títulos.
O jogo desta terça-feira (19) contra o Emelec, pela Libertadores da América, é o primeiro grande desafi o de Falcão. São noventa minutos em que a passagem para a próxima fase da competição depende de, ao menos, um ponto conquistado. É claro que a torcida quer uma vitória de lavar a alma, construída com um futebol moderno, mas em menos de uma semana, Falcão certamente ainda não terá conseguido achar o esquema ideal de jogo. Contudo, de uma coisa os torcedores podem ter a certeza: verão em campo um time com espírito renovado, mais aguerrido, super motivado em busca das vitórias - o que será suficiente para carimbar o passaporte à fase de mata-mata e, quem sabe, garantir o primeiro lugar no grupo.
Falcão não deixou uma vida confortável no jornalismo esportivo por acaso: ele é movido a desafi os. E o grande desafio de sua vida neste momento se chama Sport Club Internacional. Sua forte identifi cação com o clube é seu aliado de peso na difícil tarefa de levar o Inter novamente ao patamar que obteve nos últimos anos, em que recheou a sala de troféus e a alma dos colorados com todos os títulos que um clube de futebol no Brasil poderia cobiçar. E a exigência da torcida é muito maior do que há duas décadas, por óbvia razão. Todos aqueles que uma vez experimentaram o doce sabor da vitória, dela não querem mais se separar. Falcão sabe que nele estão depositadas as principais fi chas para que o caminho dos grandes triunfos se abra novamente ao clube. E é dele a tarefa, como Falcão que é, de reconduzir o clube aos voos mais altos de sua história.
Contudo, parafrase-ando um velho ditado popular, é importante saber que, assim como uma andorinha só não faz verão, um falcão só não faz títulos. A torcida terá papel decisivo nessa caminhada. É preciso paciência, compreensão e, sobretudo, muito incentivo das arquibancadas. A grande força do Inter, e que tende a se tornar ainda maior após a chegada do grande ídolo, é este elo inquebrantável entre dirigentes, jogadores, comissão técnica, e torcida. Com esta energia concentrada em busca dos mesmos objetivos, meio caminho já estará pavimentado para que o Inter continue por muito tempo no olimpo do futebol brasileiro e mundial.
Falcão não deixou uma vida confortável no jornalismo esportivo por acaso: ele é movido a desafi os. E o grande desafio de sua vida neste momento se chama Sport Club Internacional. Sua forte identifi cação com o clube é seu aliado de peso na difícil tarefa de levar o Inter novamente ao patamar que obteve nos últimos anos, em que recheou a sala de troféus e a alma dos colorados com todos os títulos que um clube de futebol no Brasil poderia cobiçar. E a exigência da torcida é muito maior do que há duas décadas, por óbvia razão. Todos aqueles que uma vez experimentaram o doce sabor da vitória, dela não querem mais se separar. Falcão sabe que nele estão depositadas as principais fi chas para que o caminho dos grandes triunfos se abra novamente ao clube. E é dele a tarefa, como Falcão que é, de reconduzir o clube aos voos mais altos de sua história.
Contudo, parafrase-ando um velho ditado popular, é importante saber que, assim como uma andorinha só não faz verão, um falcão só não faz títulos. A torcida terá papel decisivo nessa caminhada. É preciso paciência, compreensão e, sobretudo, muito incentivo das arquibancadas. A grande força do Inter, e que tende a se tornar ainda maior após a chegada do grande ídolo, é este elo inquebrantável entre dirigentes, jogadores, comissão técnica, e torcida. Com esta energia concentrada em busca dos mesmos objetivos, meio caminho já estará pavimentado para que o Inter continue por muito tempo no olimpo do futebol brasileiro e mundial.

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